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SOBRE PATRICKY FIELD

Quem é autor por opção? Quando primeiro rabiscamos o próprio nome, lá nos idos da infância, queremos expressar mais do que palavras ditas ou imagens soltas. Somos só aquele nome ali, rabiscado; mas deixamos de ser simples quando aprendemos palavras demais, outros nomes, outras letras, outros pensamentos, outros ideais.

E então, o que escrever? Há tanto, tantos assuntos, tantas oportunidades de deixar registrado mais do que o abstrato, o surreal tempo que vai... Escrever é transmitir algo de forma que deixe de seu apenas sombras e passe a ser real. A julgar pela quantindade de escritos ao longo do tempo, o ser escreve o que lhe dá vontade, o que os outros querem ler ou ouvir, o que os outros não querem ler nem ouvir, o que o amanhã gostaria de saber de nós aqui, hoje. Dizem que Jesus não deixou nada escrito, mas escreveram por e sobre ele.

Os jornalistas, escritores, tradutores, estudantes, todos usam a palavra não para si, mas para o mundo.

E então, quem é autor por opção? O mundo nos escolhe para sermos seu porta-voz, e desse modo, quando lá na infância escrevemos aquele nome rabiscado, torto e fora de espaço, deixamos de ser apenas nós mesmos e passamos a ser co-redatores de um mundo avesso aos erros e ansioso para ser lido e re-lido até que o possamos compreender e tirar dele as lições para nossas próprias vidas.

E, aí sim, aprender, não a ler e escrever, mas a SER.

Sou descendente das palavras escritas, sou ascendente de minhas próprias palavras. Estou escrevendo aqui e, neste momento, sou escritora. Há quase dez anos tenho escrito minha primeira estória e desde então foram várias as razões para não deixar de lado o trabalho mais fascinante e gratificante de toda uma existência.
Os doze trabalhos de Hércules. Escrever deveria ser incluído nessa lista meritória. Labirintos, decisões, incursão em um mundo no qual habitamos, mas sobre o qual quase nada conhecemos.
Escrever assemelha-se a quase todas as viagens de Hércules em uma só. São várias as etapas nas quais o conhecimento é o prêmio para aqueles que percebem a razão e o valor de cada vida e o significado e peso de cada palavra.

Links Favoritos

Um girassol e outras estórias

Sociedade das Ciências Antigas/Os doze trabalhos de Hércules




Agora, o que ler?
Tem um tempo livre e não sabe o que fazer?
Então sente-se e relaxe. É só escolher o título e o autor.
Entre tantos, o meu favorito, para deixar a mente vagar livremente pelas estórias, é Ganymédes José.
Autor Brasileiro, nascido à leste Paulista, escreveu estórias que ficam entre o filme e a analogia com o real.

Os títulos:Larissa, Um girassol na janela e Na próxima primavera são incríveis.

Em Larissa, o autor diz no prólogo de seu livro:

'Se você estiver lutando para salvar uma árvore, continue!
Não se vença se eles disserem não, se invocarem um progresso mentiroso, se rirem de seus ideais donquixotescos ou se apontarem a tecnologia como escopo.
Precisamos lutar sempre contra os falsos moinhos!
Se você estiver lutando para salvar um rio, a vida de um animal ou o vôo de uma borboleta, continue!
Não se humilhe se eles disserem que você é apenas um sonhador!
Pois foram os sonhadores, os idealistas, os fazedores de paz e os bravos-humildes que nos preservaram este mundo como hoje é nosso.
Haverão de ser os de coração e alma brandos-de-aço, os nobres de espírito os que preservarão para amanhã o paraíso-Terra da sobrevivência.
Sejamos todos instrumentos da paz da Natureza.

Assim seja!

Ganymédes José.

Casa Branca, noite de Domingo, 28, novembro, 82, 21 horas.'


Isso foi escrito há mais de vinte anos... Pense bem. Mais atual, impossível, conquanto essa luta é infinda se tantas pessoas lêem, mas poucas lhe dão ouvidos.
Plantemos hoje a semente, não de uma árvore, mas a semente da vida.
Em solo seco, não há como fazer-se crescer um carvalho ou mesmo a grama rasteira.
A vida precisa habitar primeiramente esse solo antes de ser posta a semente; para que cresça em nós e no mundo a força de nossa própria existência.
A nossa sobrevivência.
Nossa própria cura e nossa fortaleza em um mundo vivo de nós mesmos e nossos generosos e compassivos atos.



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